RISCOS

A embolização arterial é considerada intervenção minimamente invasiva e muito mais segura do que outras técnicas cirúrgicas até hoje utilizadas para o tratamento do mioma uterino. Apresenta índice menor de complicações. Em algumas pacientes pode suceder atraso ou ausência da menstruação que, em geral, retorna à normalidade após certo tempo.

Na literatura científica mundial tem-se descrito raros casos de infecção do útero após a embolização. Prevenimos esse problema fazendo cuidadosa preparação pré-operatória, com a pesquisa de infecção sub-clínica, e com a administração profilática de antibióticos. Na grande maioria das vezes a infecção melhora com uso de antibióticos. Em raríssimos casos citados na literatura médica em que não se conseguiu o controle da infecção, procedeu-se o tratamento cirúrgico (histerectomia).

Podem se apresentar situações raras como:

  • formação de coágulo na artéria onde foi feita a punção; se isto ocorrer, aplica-se medicação para dissolvê-los.
  • sangramento pelo orifício da artéria puncionada; corrige-se realizando compressão no local do sangramento.
  • reação alérgica ao contraste radiológico, podendo variar de leve a severa; as severas são muito raras, ocorrendo em 1 em cada 1.000 pessoas. Mesmo assim, existem medicações específicas para o seu controle.



Utherus • Unidade de tratamento do mioma uterino
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